Neste
carrossel
maluco,
num acontecer
veloz,
muita vez
atroz,
sou andarilho,
alucinado,
maltrapilho!
Perdido,
num meio
delirante,
apaixonante,
escravizante,
que me cega
( e me carrega!),
sinto-me
perdido
no vazio,
vivendo
no estio,
eternamente
abandonado,
a sós...
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Desencanto
Sempre há
um dia...
Demoramos,
às vezes tanto,
pra perceber,
depois em pranto,
com desencanto,
que ofertamos
nossas melhores
pérolas,
a quem
não merecia...
um dia...
Demoramos,
às vezes tanto,
pra perceber,
depois em pranto,
com desencanto,
que ofertamos
nossas melhores
pérolas,
a quem
não merecia...
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Aviso
É um aviso
que diviso,
nas palavras
pressurosas
de que parte...
É grande
o embate...
Partir
é uma arte!
Alegria,
nostalgia
ou saudade
de encontros
cálidos
ou pálidos,
o peito
invade...
Quisera
ser de além,
viver no bem,
não fazer
a passagem,
ir embora
como miragem...
Outro canto
habitar...
Por que
o espanto?
Quem sofreu
tanto,
necessita
descansar!
que diviso,
nas palavras
pressurosas
de que parte...
É grande
o embate...
Partir
é uma arte!
Alegria,
nostalgia
ou saudade
de encontros
cálidos
ou pálidos,
o peito
invade...
Quisera
ser de além,
viver no bem,
não fazer
a passagem,
ir embora
como miragem...
Outro canto
habitar...
Por que
o espanto?
Quem sofreu
tanto,
necessita
descansar!
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Universo
Entender,
quem dera,
o universo,
no seu alvorecer
ou entardecer!
Complexo,
insondável
mistério,
que se mantém,
num único
e intrincado
amplexo...
Leis
e leis,
simples
talvez,
da natureza,
empolgam
mentes
refulgentes
em sua agudeza...
Buscar
a explicação,
a causa
última
das coisas,
é encontrar
o Senhor
da criação!
quem dera,
o universo,
no seu alvorecer
ou entardecer!
Complexo,
insondável
mistério,
que se mantém,
num único
e intrincado
amplexo...
Leis
e leis,
simples
talvez,
da natureza,
empolgam
mentes
refulgentes
em sua agudeza...
Buscar
a explicação,
a causa
última
das coisas,
é encontrar
o Senhor
da criação!
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Ir
Onde ir?
Onde buscar
alento,
se tudo
é tênue,
um sopro,
como o vento?
Esvair-se
como o escorrer
do sangue,
rápido,
pelas veias,
que, apenas,
vai,
num contínuo
movimento...
Até parar,
derradeiro ai,
sem um grito
ou nenhum lamento!
Onde buscar
alento,
se tudo
é tênue,
um sopro,
como o vento?
Esvair-se
como o escorrer
do sangue,
rápido,
pelas veias,
que, apenas,
vai,
num contínuo
movimento...
Até parar,
derradeiro ai,
sem um grito
ou nenhum lamento!
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Visão
Ah! a visão
ingênua
que o mundo
é bom,
enquanto ele
se dilacera...
Pequena esfera
que se destrói
e se corrói,
envolta
em violência
extrema!
É uma pena!
Haverá paz?
Sentimento
fugaz,
que se desfaz
a menor
aragem...
É o sofrimento
intenso,
que se traduz
num só lamento...
ingênua
que o mundo
é bom,
enquanto ele
se dilacera...
Pequena esfera
que se destrói
e se corrói,
envolta
em violência
extrema!
É uma pena!
Haverá paz?
Sentimento
fugaz,
que se desfaz
a menor
aragem...
É o sofrimento
intenso,
que se traduz
num só lamento...
domingo, 7 de agosto de 2011
Linha
Tênue
e fugaz
a linha
que não
se refaz,
que traduz
a vida
desguarnecida...
Mescla
de dor
salpicada
aqui e ali,
pela alegria...
Há tanto
desamor,
tão pouco
amor,
tornando-se
lágrima
ao findar
o dia...
e fugaz
a linha
que não
se refaz,
que traduz
a vida
desguarnecida...
Mescla
de dor
salpicada
aqui e ali,
pela alegria...
Há tanto
desamor,
tão pouco
amor,
tornando-se
lágrima
ao findar
o dia...
domingo, 17 de julho de 2011
Menino
Te quisera
menino,
lindo
de mente,
puro
de alma...
Assim,
na primavera,
quando se ama
desbragadamente,
quando há
no ser
uma profunda
calma...
menino,
lindo
de mente,
puro
de alma...
Assim,
na primavera,
quando se ama
desbragadamente,
quando há
no ser
uma profunda
calma...
Dança
A música,
lenta
e bela,
escoa
mistura-se
ao ar,
e sai
pela janela...
Os corpos
unidos,
entrenhados,
adormecidos,
entregam-se
molemente
ao rítmo
caliente...
Ah!
esse vazio
mental,
esse calafrio
que percorre
o corpo,
fala à alma,
que flutua
leve...
Pena ser
tão breve!
lenta
e bela,
escoa
mistura-se
ao ar,
e sai
pela janela...
Os corpos
unidos,
entrenhados,
adormecidos,
entregam-se
molemente
ao rítmo
caliente...
Ah!
esse vazio
mental,
esse calafrio
que percorre
o corpo,
fala à alma,
que flutua
leve...
Pena ser
tão breve!
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Banho
Olhos
fechados!
Correm,
pelo corpo,
mornos
caminhos
liquefeitos,
sem nenhum
respeito...
O cérebro
vazio
de pensamentos,
o coração
sem sentimentos...
Neste segundo,
único no mundo,
ao apropriar-se
do seu ser,
para de pensar,
deixa
de existir,
exime-se
de viver!
fechados!
Correm,
pelo corpo,
mornos
caminhos
liquefeitos,
sem nenhum
respeito...
O cérebro
vazio
de pensamentos,
o coração
sem sentimentos...
Neste segundo,
único no mundo,
ao apropriar-se
do seu ser,
para de pensar,
deixa
de existir,
exime-se
de viver!
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Voz
Garatujas,
pequenos traços
indecifráveis
descrevem
a imensidão
do sentimento
atroz...
De gritar
ao mundo,
sua dor
e o desamor,
em rouquidão
profunda,
ao não ser
ouvida,
ficou muda,
perdeu a voz...
pequenos traços
indecifráveis
descrevem
a imensidão
do sentimento
atroz...
De gritar
ao mundo,
sua dor
e o desamor,
em rouquidão
profunda,
ao não ser
ouvida,
ficou muda,
perdeu a voz...
domingo, 3 de julho de 2011
Labirintos
O riso
aflora rápido
nos lábios
envelhecidos!
Luz!
Novamente
a existir
nos olhos
esmaecidos...
É a vida
que ecoa,
em caminhos
remotos
do seu ser
apaixonado!
É perder-se
em labirintos
verdejantes,
só agora
encontrados!
aflora rápido
nos lábios
envelhecidos!
Luz!
Novamente
a existir
nos olhos
esmaecidos...
É a vida
que ecoa,
em caminhos
remotos
do seu ser
apaixonado!
É perder-se
em labirintos
verdejantes,
só agora
encontrados!
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Sinos
O badalar
dos sinos
anuncia
o final
do dia...
(É nostalgia!)
Mais um
que se foi,
de um tempo
infinito...
(Ah! o grito
preso
na garganta,
como será
descrito?)
Apenas
cenas
esparsas
serão revividas,
sem muita vida?
Ah! Breves
sequências
de segundos,
descrevem
uma a uma,
o vir a ser
de sua história,
o seu acontecer
no mundo...
dos sinos
anuncia
o final
do dia...
(É nostalgia!)
Mais um
que se foi,
de um tempo
infinito...
(Ah! o grito
preso
na garganta,
como será
descrito?)
Apenas
cenas
esparsas
serão revividas,
sem muita vida?
Ah! Breves
sequências
de segundos,
descrevem
uma a uma,
o vir a ser
de sua história,
o seu acontecer
no mundo...
domingo, 26 de junho de 2011
Voltar ao palco
Já foi
do espetáculo,
a primeira
bailarina!
(É sua sina?)
A prima-dona
do espetáculo!
(Sem simulacro!)
Dois faróis
imensos
a iluminavam,
a endoideciam,
a empolgavam,
e se apagaram
um dia,
à sua revelia...
Voltar a ser
no acontecer?
Uma vez mais
a decisão
e só dela!
Está à espera...
Não é quimera!
Alguns faróis,
ou vários,
acesos
em cada canto...
Por que espanto?
Ser ou não ser,
eis a questão...
Se decidir
ser,
só pede
compaixão,
controlada,
não!
Prefere
u'a prisão!
do espetáculo,
a primeira
bailarina!
(É sua sina?)
A prima-dona
do espetáculo!
(Sem simulacro!)
Dois faróis
imensos
a iluminavam,
a endoideciam,
a empolgavam,
e se apagaram
um dia,
à sua revelia...
Voltar a ser
no acontecer?
Uma vez mais
a decisão
e só dela!
Está à espera...
Não é quimera!
Alguns faróis,
ou vários,
acesos
em cada canto...
Por que espanto?
Ser ou não ser,
eis a questão...
Se decidir
ser,
só pede
compaixão,
controlada,
não!
Prefere
u'a prisão!
sábado, 25 de junho de 2011
Prisão
Dezoito anos
prisioneira!
A mais sórdida,
a mais terrível,
a mais cruel
prisão:
a do pensamento,
sem direito
a julgamento!
Ré a dormir,
inexistir,
ninguém
a a ouvir!
O não sentir,
a hibernação,
sem um lamento,
puro tormento...
Quem o algoz?
Para tal pena,
que crime atroz
um dia cometeu?
Talvez,
quem sabe,
tenta advinhar:
o de criar,
ou deixar
livre,
quem com ela
conviveu!
prisioneira!
A mais sórdida,
a mais terrível,
a mais cruel
prisão:
a do pensamento,
sem direito
a julgamento!
Ré a dormir,
inexistir,
ninguém
a a ouvir!
O não sentir,
a hibernação,
sem um lamento,
puro tormento...
Quem o algoz?
Para tal pena,
que crime atroz
um dia cometeu?
Talvez,
quem sabe,
tenta advinhar:
o de criar,
ou deixar
livre,
quem com ela
conviveu!
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Sobre a minha arte
A minha arte, se posso chamá-la assim, é a intenção de fazer parar, pelo menos por breves instantes, o poder manipulador que possuem as imagens visuais e sonoras da comunicação.
Traduzir, quer na pintura, na escultura e na prosa, a empatia através do amor.
O que é a empatia? É o imaginar-se no lugar do outro, em uma transferência de posições que torna mais enriquecedora a vida, quando há uma troca de respeito e amor.
Por isso, ao mesmo tempo, tento unir, naquilo que produzo, a forma a um conteúdo am oroso, que fale ao coração.
Se ela consegue tocar as pessoas em seu íntimo, no recôndito mais in de suas almas, parando a aterradora manipulação, posso entender que são obras de arte, pois esta é a função dela: fazer uma pausa na ditadura veloz e feroz das imagens e sons sobre as pessoas.
Traduzir, quer na pintura, na escultura e na prosa, a empatia através do amor.
O que é a empatia? É o imaginar-se no lugar do outro, em uma transferência de posições que torna mais enriquecedora a vida, quando há uma troca de respeito e amor.
Por isso, ao mesmo tempo, tento unir, naquilo que produzo, a forma a um conteúdo am oroso, que fale ao coração.
Se ela consegue tocar as pessoas em seu íntimo, no recôndito mais in de suas almas, parando a aterradora manipulação, posso entender que são obras de arte, pois esta é a função dela: fazer uma pausa na ditadura veloz e feroz das imagens e sons sobre as pessoas.
terça-feira, 14 de junho de 2011
Retrato de Jesus por um romano
Por Publio Lêntulo a Tibério Cesar-Publio era antecessor de Pôncio Pilatos
(Carta achada pelos monges "lazaristas" em l928)
"Sabendo que desejas conhecer quanto vou narrar, existindo nos nossos
tempos um homem, o qual vive atualmente de grandes virtudes, chamado Jesus
que pelo povo é inculcado o profeta da verdade, e os seus discípulos dizem que é o filho de Deus, criador do céu e da terra e de todas as coisas que nela se acham e que nela tenham estado; em verdade, ó César, a cada dia se ouvem coisas maravilhosas:ressuscita os mortos, cura os enfermos, em uma só palavra: é um homem de justa estatura é muito belo no aspecto, e há tanta majestade em seu rosto, que aqueles que o veêm são forçados a amá-lo ou temê-lo.Tem cabelos da cor da amêndoa bem madura, são distendidos até as orelhas, e das orelhas até as espáduas, são da cor da terra, porém mais reluzentes.
Tem no meio da sua fronte uma linha separando os cabelos, na forma em uso nos nazarenos, o seu rosto, é cheio,
o aspecto é muito sereno, nenhuma ruga ou mancha se vêm , sua face de uma cor moderada; o nariz e a boca são irrepreensíveis.
A barba é espessa, mas semelhante aos cabelos, não muito longa, mas separada pelo meio, seu olhar é muito afetuoso e grave; tem os olhos expressivos e claros, o que surpreende é que resplandecem no seu rosto como raios do sol, porém ninguém pode olhar fixo o seu semblante, porque quando resplandece, apavora, e quando ameniza, faz chorar; faz-se amar e é alegre com gravidade.
Diz-se que nunca ninguém o viu rir, mas, antes, chorar. Tem os braços e as mãos muito belos: na palestra, contenta muito, mas o faz raramente e, quando dele se aproxima, verifica-se que é muito modesto na presença e na pessoa.É o mais belo homem que se possa imaginar, muito semelhante à
sua Mãe, a qual é de uma rara beleza, não se tendo, jamais visto por estas partes uma mulher tão bela, porém se a Majestade Tua, ó César, deseja vê-lo, como no aviso passado escreveste, dai-me ordens, que não faltarei de mandá-lo o mais depressa possível.
Das letras, faz-se admirar de toda a cidade de Jeruzalém; ele sabe todas as ciências e não consta haver estudado nada.Ele caminha descalço
e sem coisa nenhuma na cabeça. Muitos se riem, vendo-o assim, porém em sua presença, falando com ele, tremem e admiram.
Dizem que um tal homem nunca fora ouvido por estas partes. Em verdade, segundo me dizem os hebreus, não se ouviram jamais, tais conselhos, de grande doutrina, como ensina este Jesus; muitos judeus o têm como Divino
e muitos o querelam, afirmando que é contra a lei da Tua Majestade, eu sou grandemente molestado por esses malignos hebreus.
Diz-se que este Jesus nunca fez mal a quem quer que seja, mas, ao contrário, aqueles que o conhecem e com ele tem praticado, afirmam ter dele recebido grandes benefícios e saúde, porém a tua obediência estou prontíssimo; aquilo que a Tua Majestade ordenar será cumprido.
Vale, da Majestade Tua, fidelíssimo e obrigadíssimo... Publio Lentulo, presidente da Judéia.
L'indizione setima, luna seconda." "Esse é o homem!"
Retirado do livro "O melhor encontro" de Antônio Carlos Moura
(Carta achada pelos monges "lazaristas" em l928)
"Sabendo que desejas conhecer quanto vou narrar, existindo nos nossos
tempos um homem, o qual vive atualmente de grandes virtudes, chamado Jesus
que pelo povo é inculcado o profeta da verdade, e os seus discípulos dizem que é o filho de Deus, criador do céu e da terra e de todas as coisas que nela se acham e que nela tenham estado; em verdade, ó César, a cada dia se ouvem coisas maravilhosas:ressuscita os mortos, cura os enfermos, em uma só palavra: é um homem de justa estatura é muito belo no aspecto, e há tanta majestade em seu rosto, que aqueles que o veêm são forçados a amá-lo ou temê-lo.Tem cabelos da cor da amêndoa bem madura, são distendidos até as orelhas, e das orelhas até as espáduas, são da cor da terra, porém mais reluzentes.
Tem no meio da sua fronte uma linha separando os cabelos, na forma em uso nos nazarenos, o seu rosto, é cheio,
o aspecto é muito sereno, nenhuma ruga ou mancha se vêm , sua face de uma cor moderada; o nariz e a boca são irrepreensíveis.
A barba é espessa, mas semelhante aos cabelos, não muito longa, mas separada pelo meio, seu olhar é muito afetuoso e grave; tem os olhos expressivos e claros, o que surpreende é que resplandecem no seu rosto como raios do sol, porém ninguém pode olhar fixo o seu semblante, porque quando resplandece, apavora, e quando ameniza, faz chorar; faz-se amar e é alegre com gravidade.
Diz-se que nunca ninguém o viu rir, mas, antes, chorar. Tem os braços e as mãos muito belos: na palestra, contenta muito, mas o faz raramente e, quando dele se aproxima, verifica-se que é muito modesto na presença e na pessoa.É o mais belo homem que se possa imaginar, muito semelhante à
sua Mãe, a qual é de uma rara beleza, não se tendo, jamais visto por estas partes uma mulher tão bela, porém se a Majestade Tua, ó César, deseja vê-lo, como no aviso passado escreveste, dai-me ordens, que não faltarei de mandá-lo o mais depressa possível.
Das letras, faz-se admirar de toda a cidade de Jeruzalém; ele sabe todas as ciências e não consta haver estudado nada.Ele caminha descalço
e sem coisa nenhuma na cabeça. Muitos se riem, vendo-o assim, porém em sua presença, falando com ele, tremem e admiram.
Dizem que um tal homem nunca fora ouvido por estas partes. Em verdade, segundo me dizem os hebreus, não se ouviram jamais, tais conselhos, de grande doutrina, como ensina este Jesus; muitos judeus o têm como Divino
e muitos o querelam, afirmando que é contra a lei da Tua Majestade, eu sou grandemente molestado por esses malignos hebreus.
Diz-se que este Jesus nunca fez mal a quem quer que seja, mas, ao contrário, aqueles que o conhecem e com ele tem praticado, afirmam ter dele recebido grandes benefícios e saúde, porém a tua obediência estou prontíssimo; aquilo que a Tua Majestade ordenar será cumprido.
Vale, da Majestade Tua, fidelíssimo e obrigadíssimo... Publio Lentulo, presidente da Judéia.
L'indizione setima, luna seconda." "Esse é o homem!"
Retirado do livro "O melhor encontro" de Antônio Carlos Moura
Estresse
Sequestro,
o desequilíbrio
atroz,
que a deixa
sem voz
e a faz
perder-se
de si mesma...
É resultado
de uma trama!
Porque
desenvolve
um estresse?
Porque é
sensível,
afetiva
e humana!
o desequilíbrio
atroz,
que a deixa
sem voz
e a faz
perder-se
de si mesma...
É resultado
de uma trama!
Porque
desenvolve
um estresse?
Porque é
sensível,
afetiva
e humana!
"Ou tudo ou nada"
Perfeccionista
declarada!
Minimizava
os elogios...
Durante
a sua vida
desguarnecida,
ficou presa
a um culote
aterrador!
Incríveis
olhos azuis,
não existiam!
Para ela,
(que desgraçada!),
a seu ver:
"era ou tudo
ou nada"!
declarada!
Minimizava
os elogios...
Durante
a sua vida
desguarnecida,
ficou presa
a um culote
aterrador!
Incríveis
olhos azuis,
não existiam!
Para ela,
(que desgraçada!),
a seu ver:
"era ou tudo
ou nada"!
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